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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Famílias que nascem na JMJ

Do site da JMJ Rio2013


“Somos um casal apaixonado por Jesus, que confiou Nele e no momento oportuno realizou Seu plano em nossas vidas. Somos testemunhas vivas do amor de Deus para conosco.” Esse testemunho é do casal Vladimir e Suzana. Ambos do estado do Rio de Janeiro, eles se conheceram na JMJ em 2002 em Toronto, no Canadá, celebraram o noivado na JMJ de 2005 em Colônia, na Alemanha, e hoje são casados e têm dois filhos.

Hoje, 15 de maio celebra-se o Dia Internacional da Família e muitas delas também nascem durante a JMJ. A Jornada Mundial da Juventude, além de ser um encontro inesquecível de juventude, confraternização e fé, é um grande chamado vocacional. Não apenas a vocação sacerdotal é despertada, mas também a vocação para a família. E, assim como Vladimir e Suzana, o espanhol Antonio Mateo e a mexicana Elsa Vásquez também se conheceram em uma JMJ.

Os dois trabalharam na jornada de Madri em 2011, no setor dos Atos Culturais, ela como voluntária e ele como contratado. Elsa chegou à cidade espanhola em setembro de 2010 e, quando voltou das férias em março de 2011, Antonio, que ainda não a conhecia, estava prendendo o cartaz de boas vindas que o setor havia preparado para ela. No entanto, o único contato que tiveram na época foi esse, pois Elsa foi chamada para trabalhar no setor de serviços complementares da JMJ.

Cerca de um mês depois, em meio a um grupo de 600 pessoas que foram a Roma para a beatificação de João Paulo II, Elsa e Antonio estavam no mesmo ônibus. Já na cidade, os dois estavam no mesmo grupo e foi na igreja onde acontecia a vigília que começaram a conversar. “Nós falamos que é graças a João Paulo II que estamos juntos”, comentou Elsa.

Casados há quase um ano, eles optaram por celebrar o matrimônio no dia de Nossa Senhora de Fátima, cujo santuário foi o único que visitaram juntos. Após a JMJ em Madrid, Elsa, que morava na Austrália e havia tirado um ano sabático para trabalhar na jornada, resolveu se mudar para a cidade espanhola, de modo que Antonio pudesse ficar perto da família.

A JMJ, mais do que um momento vivido com e entre amigos, é um momento de encontro com outros jovens que também querem seguir a Cristo. Para a JMJ Rio2013, Antonio e Elsa já estão na cidade trabalhando para este grande encontro. Antonio é coordenador de voluntários internacionais e, mais uma vez, Elsa está no setor dos Atos Culturais. “Essa é a oportunidade de começarmos nosso matrimônio juntos”, disse Elsa.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Símbolos da JMJ chegam ao estado do Rio de Janeiro

Do site da JMJ Rio 2013
Os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude já estão em terras fluminenses. O envio foi na tarde do último domingo, 21 de abril, com a Santa Missa presidida por dom Orani João Tempesta, presidente do Comitê Organizador Local da JMJ Rio2013 e arcebispo do Rio, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, no estado de São Paulo. Em seguida, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora partiram para a primeira diocese a ser visitada no estado do Rio de Janeiro, Barra do Piraí-Volta Redonda.

A missa em Aparecida, celebrada em solenidade ao Domingo do Bom Pastor e Dia Mundial de Orações pelas Vocações, foi parte da programação do Hallel Internacional. O arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, e o bispo da Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda, dom Francisco Biasin, concelebram a Santa Missa.
À luz do Evangelho, dom Orani fez uma reflexão sobre a peregrinação dos Símbolos da JMJ, apontando-os como sinais que abrirão os caminhos e conduzirão todos à verdadeira fé.
“Que esses Símbolos que percorreram o mundo todo, sejam um sinal Daquele que nós acreditamos e amamos e caminha conosco; e, ao mesmo tempo, nós queremos levar a cruz pelo estado, anunciando a todos a Boa Nova. A peregrinação dos Símbolos da Jornada é uma oportunidade de reforçar, fazer uma experiência de aprofundamento da fé”, exortou dom Orani.
Chegada dos Símbolos ao estado do Rio de JaneiroApós a Santa Missa em Aparecida, os Símbolos da JMJ, juntamente, com dom Orani, dom Francisco Biasin, delegação de Barra do Piraí e membros do COL seguiram em comitiva até à Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda. A viagem do ícone e da cruz foi parte em carro fechado até a divisa entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em seguida, os Símbolos seguiram em carro aberto até a entrada da cidade de Itatiaia. Ao chegar, seguiram em procissão.
Milhares de pessoas participaram da Santa Missa de chegada dos Símbolos da JMJ, celebrada por dom Francisco Biasin, no Estádio Municipal de Itatiaia, e concelebrada por dom Orani. “As ovelhas escutam a voz do pastor. Somos chamados mais uma vez e ouvir a voz do Pastor que diz: “Vem a Mim e sejam meus pastores de homens!”. Nós, ao receber a Cruz, queremos colocar diante de Deus e nos disponibilizar para acolher o convite de Jesus”, disse dom Biasin.
Após, houve show e os Símbolos da JMJ ficaram expostos para veneração. A coleta foi toda revertida para custear despesas da Semana Missionária e de jovens que não terão condições de participar da Jornada na cidade do Rio 
Testemunho: voluntários internacionais foram membros da comitiva de envio dos Símbolos para o RioJovens voluntários internacionais e nacionais do COL da JMJ Rio2013 participaram da festa de envio e chegada dos Símbolos. Puderam conhecer, também, o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Foram dois dias entre turismo religioso e participação do evento Hallel Internacional, que apresentou testemunhos, palestras e shows com diversos músicos de renome da música católica no Brasil e no mundo. Entre eles o cantor latino-americano, Martin Valverde.
Em seguida, eles puderam partilhar da emoção junto aos jovens fluminenses e receberam a cruz e o ícone no estado do Rio de Janeiro. Caminharam em procissão e participaram da Santa Missa.
A polonesa Wiktoria Katarzyna Czekaj, voluntária do Setor Inscrições, disse que vai levar para a Polônia, como sugestão, tudo que ela conheceu em Aparecida. “Foi minha primeira vez em Aparecida e Maria fez milagre porque conseguimos ficar no altar, perto de dom Orani. O Santuário é muito bonito e organizado. Vou levar ideias de tudo que vi para o meu meu país”, disse;Na divisa São Paulo-Rio de Janeiro, os voluntários arrumaram a cruz e o ícone e colocaram no carro do Corpo de Bombeiros. “Gostei muito do momento, quando preparamos a cruz com Dom Orani, na fronteira entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Foi um momento bonito e tocou a alma, de chorar de alegria e emoções”, comentou. 
Wiktoria também ficou surpresa com o entusiasmo e a devoção dos fieis de Barra do Piraí e Volta Redonda ao encontrarem com a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora. “Foi lindo ver aquelas pessoas, com tanto carinho, na entrada da cidade. Eu nunca ia pensar que tantas pessoas iam esperar a cruz na entrada na cidade de Itatiaia. Vimos gente no ponto de ônibus, nas ruas, todos esperando, cantando e gritando. Foi muito bonito e emocionante. Eu nunca vi alguma coisa assim em toda minha vida. Eu gostei muito”, partilhou Wiktoria.